Numa manhã de outono, parei e olhei uma folha que ainda permanecia pressa num galho de uma árvore perto de um lago, que a solidão era fluente na sua cor e no seu parecer. Com isso, simbolizei que o meu amor fosse aquela folha solitária, que a qualquer momento poderia cair e assim deixar de ter vida, passando então a ser apenas uma folha que existiu dentro de um mundo devasto de coisas.
Jean Oliveira
Nenhum comentário:
Postar um comentário