terça-feira, 18 de maio de 2010

Sozinho

Vagava entre as entranhas da madruga para poder falar comigo mesmo.
Onde a única luz que iluminava perfurava os meus olhos
e o ar que respirava tornava-se tóxico,
porque o que sentia nestes momentos era de grande dor e solidão.

No momento via que tudo se voltava contra mim.
Portanto, tudo que fazia bem para o ser o humana
para me nesses momentos de fúria era de grande repúdio, nojo e coisas sujas.
Me sentia como um verme a ser esmagado pelo um pneu de trator.
Estraçalhado me sentia.

O ser forte não existia!
Isso não existia dentro da minha carnificina.

E eu vagando por esse mundo obscuro,
tornado a volta cada vez mais dificil.
Assim vou caindo cada vez mais fundo neste infinito e vasto universo do meu "eu" sozinho.


Jean Oliveira

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